Leite
Por que as louras não gostam de amamentar seus filhos? Porque dói colocar os seios para ferver.

Por que as louras não gostam de amamentar seus filhos? Porque dói colocar os seios para ferver.

Um belo dia de aula, a professora chegou na classe e falou:
— Alunos, hoje vamos falar sobre sexo.
E todos adoraram.
— Mariazinha, dê um exemplo de sexualidade — falou a professora.
— Eu tenho uma cachorra e ela cruzou com o cachorro da vizinha e deu 3 cachorrinhos — falou Mariazinha.
— Parabéns — falou a professora.
— Agora é você, Joãozinho, dê um exemplo de sexualidade.
— Ah!! Professora, eu outro dia vi na televisão um monte de índio correndo de uns caçadores e de repente se depararam com um abismo e eles pularam.
— Mas, Joãozinho, isso não é exemplo de sexualidade.
— Claro que é, professora, vai dizer que os índios não se FUDERAM.
Era uma reunião caseira e lá estavam a vassoura, o pinto, o roupão e o chinelo. A primeira a reclamar foi a vassoura. Ela disse: — A reclamação mais convincente vai tirar férias. A vassoura diz: — Eu tô cansada... porque minha dona me pega e me passa pela casa toda e só me larga quando a casa estiver limpa. O chinelo diz: — Você reclama por isso? — Pior sou eu, minha dona me coloca nos pés e só tira na hora de dormir. O roupão diz: — E eu? Meu dono me coloca no corpo molhado e só tira quando vai sair... Aí o pinto ouve tudo calado e quando chega sua…
A mãe de Joãozinho contratou uma empregada e contou que Joãozinho tinha um problema: se não fizesse tudo que ele mandava, ele chorava e podia morrer.
Tereza foi tomar banho e Joãozinho queria ir junto; se não, ele iria chorar. Joãozinho foi tomar banho junto.
Joãozinho viu a perereca dela e perguntou:
— O que é isso, Tereza?
Tereza respondeu:
— É a natureza.
Outro dia, Joãozinho chegou no colégio e a professora perguntou para Joãozinho o que é a natureza.
— Joãozinho: é a perereca da Tereza.
Num escritório havia um importante trabalho a ser feito e TODO MUNDO tinha certeza de que ALGUÉM o faria.
QUALQUER UM poderia tê-lo feito, mas NINGUÉM o fez.
ALGUÉM ficou puto porque era um trabalho de todo MUNDO.
TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM imaginou que TODO MUNDO deixasse de fazer.
No final, TODO MUNDO culpou ALGUÉM quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.
— Você tem que me dar um aumento — disse ele para o chefe. — Tem três empresas atrás de mim, estão me procurando direto. Ligam-me, me mandam cartas, é um assédio constante.
— É mesmo? — perguntou o chefe. — Quais são essas empresas tão interessadas em você?
— O pessoal do meu banco, do meu cartão de crédito e a companhia telefônica.
No meio da madrugada, o telefone toca. O homem levanta-se e atende: — Alô, seu Carlos? Aqui é o Arnaldo, caseiro do seu sítio. — Pois não, seu Arnaldo. Que posso fazer pelo senhor? Algum problema? — Ah, eu só tô ligando para avisar que seu papagaio morreu. — Meu papagaio? Morreu? Aquele que ganhei no concurso? — É, ele mesmo. — Pôxa! Que desgraça! Gastei uma pequena fortuna com aquele bicho! Mas ele morreu de quê? — De comer carne estragada. — Carne estragada? — Quem fez essa maldade? Quem deu carne para ele? — Ninguém. Ele comeu de uns cavalos…