Joãozinho na sala de aula
A professora que estava dando a aula perguntou ao Joãozinho:
— Joãozinho, do que você mais gosta?
Joãozinho disse:
— De tu.
— Ah... Brigada, Joãozinho. De que outra coisa você mais gosta?
— De tota-tola.

A professora que estava dando a aula perguntou ao Joãozinho:
— Joãozinho, do que você mais gosta?
Joãozinho disse:
— De tu.
— Ah... Brigada, Joãozinho. De que outra coisa você mais gosta?
— De tota-tola.

Joãozinho acorda de manhã e sai correndo para a venda de seu Zé.
— Seu Zé, quero que o senhor faça um jogo pra mim.
Seu Zé responde:
— Sim, meu filho, dê seu palpite.
— É que essa noite eu sonhei com um jegue e queria saber o que eu jogo.
Seu Zé olhou num catálogo e falou:
— Vai dar 33.
— Mas seu Zé, o problema é que eu sonhei com o jegue em cima de mim. Então, seu Zé, o que eu jogo?
Seu Zé olhou pro rapaz com pena e disse:
— Joga o cu fora.
A professora, na escola, pediu para os alunos escreverem uma frase com a palavra "evidentemente".
1º foi Maria (rica):
— Cheguei em casa e não vi a BMW de meu pai. Evidentemente ele foi trabalhar!
— Muito bem! — exclamou a professora.
2º foi Carla (classe média):
— Cheguei em casa e mamãe não estava. Evidentemente ela foi ao shopping fazer compras.
— Que lindo! — elogiou a professora.
— Agora você, Joaozinho.
Joaozinho (pobre):
— Cheguei em casa e minha mãe estava passando para o banheiro com um jornal debaixo do braço. Evidentemente ela foi dar uma cagada, pois ela não sabe ler!
Preocupada com a quantidade de palavrões que ouvia do seu filho, a mãe decidiu pedir ajuda ao padre da paróquia, que deu o seguinte conselho: — Tome este caderno e anote cada vez que seu filho disser um palavrão. No final do mês, a senhora descontará da mesada dele 10 centavos por palavrão e doará à igreja. E assim foi feito. No final do mês, o padre foi visitar a família, e — claro — a primeira coisa que fez foi conferir o caderno. Após gastar alguns minutos contando os palavrões, o padre disse, espantado: — Meu filho, você disse 99 palavrões este…
O Joãozinho e o Joaquim foram ao cinema ver um filme de cowboys.
Diz o Joãozinho para o Joaquim:
— Aposto contigo 5€ em que no fim do filme o índio vai matar o cowboy!
O Joaquim concordou.
No fim do filme, foi o cowboy que matou o índio.
Na saída do cinema, o Joaquim pediu os 5€ que ganhara.
Mesmo assim, diz o Joãozinho:
— Sabes, Joaquim... eu já tinha visto este filme uma vez...
— Então por que apostaste ao contrário da verdade? — pergunta o Joaquim, muito admirado.
— Eu nunca pensei que o índio se deixasse matar duas vezes.
Estava o Joãozinho no ônibus, falando em voz alta:
— Se meu pai fosse um pato e minha mãe uma pata, eu seria um patinho. Se meu pai fosse um cachorro e minha mãe uma cadela, eu seria um cachorrinho. Se meu pai fosse um carneiro e minha mãe uma cordeira, eu seria um carneirinho.
Naturalmente, chegou uma hora em que ninguém aguentava mais o moleque e, então, o cobrador perdeu a paciência e perguntou:
— E se teu pai fosse um viado e tua mãe uma puta? O que você seria?
— Aí eu seria o cobrador de ônibus.
A professora disse:
— Amanhã vocês vão me trazer coisas que se usam no hospital, para que servem e quem disse isso a vocês.
No dia seguinte, a professora chamou Maria e perguntou o que ela tinha trazido:
— Eu trouxe um esparadrapo. Minha mãe disse que é para quando se machucar, é para pôr no machucado.
— E você, Joaozinho, o que você trouxe?
— Eu trouxe um aparelho de respirar do meu avô.
— E o que ele disse?
— Me devolve!