Gaúcho perdido
Sabe como um gaúcho faz para ser encontrado quando está perdido no mato?
Ou ele está fazendo churrasco ou está queimando a ruela.

Sabe como um gaúcho faz para ser encontrado quando está perdido no mato?
Ou ele está fazendo churrasco ou está queimando a ruela.

Qual a semelhança do gaúcho com a tainha?
Os dois nascem no Rio Grande do Sul e vêm dar no litoral catarinense. Ah, ah, ah...
O sujeito muito gandaieiro morreu e foi para o céu. Chegando lá, percebeu que tudo era muito calmo, muito tranquilo, os anjos tocando harpa, conversando, e, não conformado com tanto tédio, reclamou para São Pedro: — São Pedro, quando é que tem festa aqui? E São Pedro respondeu: — Meu filho, aqui nós não temos festa, só tranquilidade. — Mas eu não vou aguentar... eu quero festa... Aonde tem festa? — retrucou o festeiro. — Ah, meu filho... só tem festa no inferno... — respondeu São Pedro. — Então eu quero ir pro inferno. Como eu faço? — Meu filho…
Sabe como gaúcho caça onça?
Vai no meio do mato, tira toda a roupa e pelado, deita de bruço para esperar a pintada...
Gaúcha poposuda vai ao ginecologista e fala pro maridão gauchão:
— Vou para o ginecologista.
O maridão diz:
— Bá tchê, volta logo.
De volta do ginecologista, o maridão fala pra gaúcha:
— E aí, mulher, o doutor examinou tudo?
A mulher responde:
— É, eu tirei a roupa, fiquei peladinha, ele examinou meus seios, tudo bem; minha vagina, tudo bem e...
E o maridão perguntou:
— E do bundão?
A mulher responde:
— Ahhh! De você ele não falou nada.
Como que gaúcho caça onça pintada?
Ele entra atrás de uma moita e espera a pintada.
Dois gaúchos tinham saído para pescar e o barco naufragou. Então eles nadaram até uma ilha deserta. Ficaram lá durante semanas, até que um gaúcho fala ao outro:
— Mas bah tchê, já faz 3 semana que nós tamo aqui sem vê mulher, o que o gaudério acha de nóis dá um cutuco como gaúcho macho que somo.
E o outro responde:
— Então vamo tchê! Mas você começa.
Então lá pelas tanta, o outro gaúcho se impolga e começa a chupar o pescoço do outro, e ele fala:
— Mas bah tchê, para que isso já é coisa de boiola!