Felicidades pela sogra...
P: Se você receber a notícia da morte de sua sogra, o que você faz? Vai no enterro ou vai trabalhar?
R: É claro que vai trabalhar! Porque primeiro vêm as obrigações, e depois as diversões!!!!!

P: Se você receber a notícia da morte de sua sogra, o que você faz? Vai no enterro ou vai trabalhar?
R: É claro que vai trabalhar! Porque primeiro vêm as obrigações, e depois as diversões!!!!!

Sabrina está há horas revirando embaixo de móveis, abrindo armários, pondo estante abaixo por causa de um livro. O marido pergunta:
— Qual é o livro que você tanto procura, querida?
— O título dele é "Como viver cem anos", sabe aquele que eu comprei ontem, de capinha amarela...
E o marido:
— Ah... Eu guardei na gaveta da cômoda pra sua mãe não ler!!
Tinha em um avião um brasileiro, um português e um japonês.
Eles estavam tentando adivinhar em que país estavam passando, então o japonês falou que estavam passando pelo Japão porque estava sentindo cheiro de sushi...
Depois o português falou:
— Estamos passando por Portugal, porque estou sentindo cheiro de bacalhau...
Aí o brasileiro falou que estavam passando pelo Brasil, porque ele estava sentindo cheiro da sogra dele.
O menino chega pra sua vovó e diz assim:
— Vovó, feche os olhos!
E a vovó responde:
— Por que, meu netinho?
E o menino responde:
— É que o papai disse que depois que a senhora fechar os olhos, nós vamos ter muito dinheiro.
O homem ia voltando do enterro da sua sogra quando, de repente, um tijolo cai a poucos centímetros de seus pés.
Ele fala:
— E não é que ela já chegou ao céu?
A sogra morreu, e o genro já quis enterrar assim que ela se foi.
Na hora em que já se seguia para o túmulo, um dos caras que estava segurando o caixão tropeçou e caiu. E a sogra sofria daquela morte que acorda depois de algumas horas. Ela levantou e disse para o genro:
— Filha da puta, você quis me enterrar viva!
Aí a velha viveu mais dez anos, azucrinando o genro, até que um dia a velha enpacotou de novo. Era meia-noite, e o genro, mas que pressa, já preparou o enterro dela de noite mesmo... Só que aí ele foi mais esperto: os parentes levavam o caixão e ele ia na frente com o farolete dizendo:
— O buraco, o toco, cuidado com o toco.
A mulher comenta com o marido:
— Querido, hoje o relógio caiu da parede da sala e por pouco não bateu na cabeça da minha mãe!
Ao que o marido responde:
— Maldito relógio. Sempre atrasado!