Duende
O cara entrou no banheiro público para dar uma mijadinha. Estava lá mijando quando percebeu que ao seu lado tinha um cara pequeno, bem menor que ele, mas com um bilau de dar inveja. Ele ficou pasmo, meio sem graça, e continuou a mijar. Ele olhou novamente, meio que não acreditando.
Foi aí que o pequeno homem percebeu que estava causando curiosidade e falou:
— Está espantado com o tamanho do meu bilau?
O cara, sem graça, tentou desconversar, e o pequeno homem interferiu:
— Você não é o primeiro que fica assim. Mas você também pode ter um bilau igual ou maior que o meu, e aí você vai ser assediado pela mulherada, já imaginou?
Nesse instante, já terminada a mijada, o cara perguntou para o pequeno homem como poderia acontecer isso. E o pequeno homem disse a ele:
— É simples, eu sou um duende e, para isso acontecer, é só você me dar o seu cú.
O cara ficou emputecido, queria bater no duende. O duende argumentou que estavam sozinhos, que o cara não ia se arrepender depois do resultado, etc. De tanto insistir, o cara acabou topando. Abaixou a calça e o duende começou a penetrá-lo e dizia:
— O cara, como é mesmo seu nome?
O cara respondeu:
— É Octávio.
E o duende:
— Ah... uhhhh... Octávio. Ahhhh... Você é casado?
E o cara respondeu:
— Sou sim, simm, há 10 anos. s urrrrrrr...
E o duende:
— Ah... uuhhhh... Octávio, apertadinho... uhhhh... casado ahhhh... há 10 anosss... Você tem uhh... filhosss isssssoooo...?
E o cara, quase tendo um treco:
— Tenho, aiiiii... Dois filhos... Vai demorar muito aí, pô? Aiiiiiiii...
E o duende:
— Calma uhhhh... Octávio, issooo... Octávio, uhhhh, casado, uhhhh... ahhhhhh, dois filhos, ahhhhhh, grandão, uhhhh... ahhhhhh e ainda acredita em duende.
