Du Cú
Havia uma garota que se chamava Du Cú. Sua mãe, por sinal, botava sempre o pente no buraco da janela. Um belo dia, sua filha perguntou:
— Cadê o pente, mamãe?
Sua mãe respondeu:
— Tá no buraco, Du Cú!

Havia uma garota que se chamava Du Cú. Sua mãe, por sinal, botava sempre o pente no buraco da janela. Um belo dia, sua filha perguntou:
— Cadê o pente, mamãe?
Sua mãe respondeu:
— Tá no buraco, Du Cú!

Certo dia havia dois meninos jogando bola, quando o menino Calaboca deixou a bola (a qual estavam jogando futebol) cair no outro lado do muro (onde o vizinho era insuportável). Então o menino chamado Calaboca pediu para o menino chamado Respeito pegar a bola: — Respeito, pega a bola para mim? — Não, Calaboca, você que jogou, então você pega. E assim foi: Calaboca foi pegar a bola. Chegando lá, na hora em que foi pegar a bola, chegou o vizinho. — Seu moleque, o que você está fazendo no meu terreno? (disse o dono) — Vim pegar a minha bola. (responde…
P: Por que na África não tem vidente?
R: Porque preto não tem futuro
Uma mãe chegou em casa depois de um dia torturante de serviço e perguntou aos seus 3 filhos o que eles haviam feito para lhe ajudar. O mais velho disse:
— Eu lavei os pratos!
O do meio continuou:
— Eu enxuguei!
E o caçulinha disse:
— E eu juntei os cacos!
Um dia chegou um aidético e disse:
— Doutor, o senhor tem que me curar, fazer um tratamento.
O doutor pensou e disse:
— Tome este comprimido por cinco dias, depois você volte e me diga o resultado.
Depois de uma semana, o aidético chegou e disse:
— Doutor, não adiantou nada, só me deu uma diarreia durante estes cinco dias.
O doutor fala:
— Isto foi para te mostrar para que um cu serve. Agora vamos fazer o tratamento.
Se o biscoito é feito de água e sal, e o mar é feito de água e sal, conclui-se que o mar é um grande biscoito.
Havia no sul da China um monge que tinha muitos discípulos.
Ele chamou-os e disse:
— Formem uma fila.
A ordem foi obedecida. Disse ele:
— João, beija minha mão.
João, sem desobedecê-lo, foi. Logo:
— José, beija meu pé.
O mesmo aconteceu. Depois o monge, assustado, diz:
— Ué, Nicolau, por que você está correndo?