Doutor
— Doutor, doutor, não consigo mais fazer cocô!
— Quantos anos o senhor tem?
— 89.
— Não se preocupe. O senhor já cagou bastante!

— Doutor, doutor, não consigo mais fazer cocô!
— Quantos anos o senhor tem?
— 89.
— Não se preocupe. O senhor já cagou bastante!

Seu Nestor estava com a garganta entupida e foi ao médico:
— Doutor, doutor... eu tô morrendo de dor, o que eu faço?
— Agora você vai ter que comer pelo rabo!
Ele ficou muito triste, mas não tinha jeito... Três semanas depois, ele volta ao consultório, rebolando que nem um louco.
E o médico:
— Quê isso, seu Nestor? Por que você está andando assim?
— Nada, doutor! Tô só mascando chiclete!
O porco-espinho vai ao médico e faz uma declaração:
— Sabe, doutor, não me leve a mal, mas esse negócio de acupuntura não está dando muito certo comigo...
Um casal decidiu ir até um hospital para saber o motivo que fazia a mulher soltar gazes em todas as relações. O médico então solicitou exames na parceira e não detectou qualquer problema. Mandou que o casal retornasse para casa e fizesse tudo novamente e, se tornasse a acontecer o tal fato desagradável, que retornassem ao hospital novamente. Pois bem, o casal retornou ao hospital e, ao saber do fato, o médico solicitou que o parceiro fizesse os exames, pois poderiam ser dele o fato gerador de tanto transtorno numa transa. O parceiro concordou e o…
É um quase dormindo tomando conta de um quase acordado.
O caipira leva sua mulher no ginecologista e o médico pede para o marido aguardar na sala de espera, enquanto sua esposa entra no consultório. Lá dentro, o médico começa a fazer algumas perguntas para a esposa do caipira:
— Você tem orgasmo?
A mulher pede ao médico para aguardar um instante e abre a porta do consultório e pergunta para o seu marido:
— Bem, hein? Nós temos o orgasmo?
— Diz pro doutor que não, só temos AMIL.
Dizem que esta história é real: um caipira de uma pequena cidadezinha do interior, certo dia, foi até a cidade, num prédio onde tinha diversos consultórios e laboratórios médicos. Ele entrou na sala de um médico oftalmologista, com uma caixinha de sapato embaixo dos braços, chega para a recepcionista do médico e fala: — Dona, eu quero marcar uma consulta com o doutô médico das vista. Era uma tarde muito quente, a pequena sala estava lotada de pacientes, e daquela caixinha ali embaixo dos braços do caipira exalava um cheiro horrível, um fedor de bosta…