Deixa, mãe
— Mamãe, posso usar sutiã?
— É claro que não.
— Ah, mãe, deixa, eu já tenho 12 anos.
— Eu já disse que não, Joãozinho.

— Mamãe, posso usar sutiã?
— É claro que não.
— Ah, mãe, deixa, eu já tenho 12 anos.
— Eu já disse que não, Joãozinho.

A professora fala:
— Na próxima aula todos deverão trazer um material de enfermagem.
No dia seguinte, na sala de aula, a professora pergunta:
— Mariasinha, o que você trouxe?
— Um esparadrapo.
A professora pergunta:
— Quem te deu?
— Meu pai.
— O que ele disse?
— Ele falou que serve para tratar de machucados.
A professora pergunta para o aluno mais encapetado da sala — nem na sala ele estava.
Vinha Joãosinho pelo corredor: lá lalá lalá.
— Joãosinho, o que você trouxe?
— Um balão de oxigênio!
— Quem te deu?
— Minha vó!
— O que ela disse?
— Devolve COF! COF! Devolve COF! COF!
— Quantas patas tem o cachorro?
— Quatro.
— Então como se chama?
— Quadrúpede.
— Bravo! E você, quantos pés tem?
— Dois.
— E como se chama?
— Joaozinho.
Joaozinho na guerra.
— Qual é o seu lema? — pergunta o comandante ao Joaozinho, que se preparava para partir para a guerra.
— O meu lema é:
Mato... Morro.
— Matar ou morrer, quer você dizer!
— São, meu comandante, é mato... morro.
— Explique-se melhor, Joaozinho.
— Simples, meu comandante...
Se as balas forem para o mato, eu fujo para o morro; se forem para o morro, eu fujo para o mato.
A professora, logo na entrada da sala de aula, leva um tombo enorme, e todos na sala começam a rir.
Ela, enfurecida, pergunta:
— Luizinho, o que você viu?
— Ah, eu vi seu tornozelo, professora...
— Um dia de suspensão!
— Você, Zezinho, o que você viu?
— Eu vi seu joelho, professora...
— Uma semana de suspensão!
— Você, Marcelinho, o que você viu?
— Ah, professora... eu vi suas coxas.
— Um mês de suspensão!
— E você, Joãozinho, pode me responder o que você viu?
— Tchau, professora, até o ano que vem...
Numa aula de geografia, a professora pergunta ao João:
— Diga-me pra que serve o algodão.
O João gagueja sem saber o que dizer. Nesta óptica, a professora, tentando o ajudar, diz:
— Não é difícil, João, é só lembrar de que são feitas as suas calças.
— Das calças velhas do meu pai!...
Joãozinho entra no puteiro puxando no barbante um sapo morto. Ele bota uma nota de cem reais no balcão e diz: — Quero uma mulher! A cafetina olha para ele e diz: — Você não acha que é um pouco jovem para isso? Ele bota outra nota de cem no balcão e repete: — Quero uma mulher! A cafetina diz: — Tá certo, senta aí que vem uma dentro de meia hora! Ele tira outra nota de cem e diz: — Ela tem que ter gonorreia! A mulher começa a perguntar por quê, mas ele tira outra nota de cem e repete: — Go - nor - re - ia! E ela responde: — Tá, tá bem. Espera cinco…