Curioso
Em uma cidade muito povoada, existia o seu João, curioso... que só ele: não podia ver nem um movimento que lá estava ele. Em uma certa tarde, tava ele andando na cidade, quando de repente viu uma multidão. Como ele não podia chegar até o local para saber o que estava acontecendo, teve uma ideia:
— Por favor, com licença, sou parente da vítima, com licença, com licença, por favor, com licença, senhor, sou parente da vítima.
Quando conseguiu chegar no local... (Era um burro morto.)
