Cúmulo da inteligência
Você sabe qual é o cúmulo da inteligência?
Comer sopa de letrinhas e cagar em ordem alfabética.

Você sabe qual é o cúmulo da inteligência?
Comer sopa de letrinhas e cagar em ordem alfabética.

Escorregar num corre-mão de gilete, mergulhar numa bacia de álcool e se enxugar com Bombril.
P: Qual é o cúmulo da pobreza?
R: Pegar cera do ouvido e passar no chão!
O garoto chega para o pai e diz tranquilamente: — Pai, eu quero um revólver. O pai, assustado, diz ao filho: — O que é isso, menino? Cê tá doido? De onde você tirou essa ideia maluca? O menino, ainda tranquilo, diz novamente: — Ô pai, eu quero um revólver. — Que ideia maluca é essa agora de querer um revólver? Acho bom você calar a boca antes que eu perca a paciência e te dê umas palmadas. O garoto, já impaciente, grita com o pai: — Ô pai, eu quero um revólver e pronto. Eu quero, eu quero, eu quero... O pai então perde a paciência e grita com o menino…
Qual o cúmulo da dor?
Escorregar num toboágua de gilete e cair numa bacia cheia de Merthiolate.
Estefani foi pescar com seu pai; lá ficaram até as 17h. Chegando em casa, a mãe toda assustada pergunta à filha:
— Estefani! O que foi isso? — exclama a velha chata. — Essa cara toda inchada, foi marimbondo que te picou?
A filha responde toda sem jeito:
— Papai não deu tempo, tentando matar ele com o remo do barco! Ri, ri, ri, a mãe!
Uma noite, o cara estava vindo do serviço e encontrou o amigo, e então o amigo disse: — Eu estava no bingo e ligaram para mim e disseram que minha mulher estava internada. Estou indo para lá, mas não quero perder esta última rodada, que é um carro. Pega para você e joga lá, vê se você dá sorte, porque eu não dei até agora. Então o cara foi todo contente, foi jogar e deu sorte: ganhou o carro. Ficou todo contente: — Vou levar para o meu filho ver aquilo que seu pai ganhou, vai se orgulhar de mim. Mas ele morava na favela. Chegando lá, umas duas casas…