Chá de ferida
Um certo político resolve sair para pedir voto numa casa muito pobre.
Bem recebido, ele entra e é convidado para um café.
O honesto político olhou para as crianças, viu aquela boca cheia de feridas e cobreiros e pensou:
"Vou beber aqui, bem no cantinho da caneca, perto da alça."
O menino que estava ao lado do pai olhou aquilo e disse:
— Olha, pai! Olha, pai! Igualzinho a eu! Igualzinho a eu!
