Cervejinha faz bem
A Menta e a Hortelã estavam em um bar, jogando conversa fora. De repente, a Hortelã falou:
— Ô, Menta! Tive uma ideia... Que tal a gente encher a cara?
— Quê? — perguntou a Menta, assustada. — Cê tá cansada de saber que eu não bebo, Hortelã! Tá louca?
— Ah, vamos tomar uma breja, Menta! Deixa de frescura!
— De jeito nenhum! Eu sou uma erva geração saúde!
— Que mané saúde! Você tá é com medo de tomar bronca da mamãe! Sua criançona!
— Cê tá folgada hoje, hein, Hortelã! Ó que eu levanto daqui e vou me embora!
— Melhor mesmo! A mamãe já deve estar preocupada... Já é hora de neném estar na cama, né?
Então Menta ficou puta da vida, levantou, virou as costas e foi indo embora.
Arrependida de ter provocado a amiga, a Hortelã se levantou e disse uma frase que não só fez a Menta voltar pra mesa, como também concordar em tomar umas cervejas com a amiga. Sabe o que a Hortelã disse?
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— Espere, Menta!
— Espere, Menta!
— Espere, Menta!
