Áureos tempos de viagra
A mulher vai ao médico da família e diz:
— Sabe, Aristides, amanhã o João e eu completaremos 30 anos de casados. Por isso vim aqui pra lhe pedir um favor. Depois de 30 anos, o João já não é mais aquela potência sexual e eu queria que tivéssemos uma noite inesquecível amanhã. Você poderia prescrever Viagra para ele? Eu queria fazer uma surpresa, seria possível?
— Claro — respondeu o médico. — Tome essa caixinha com três que eu tenho aqui. Você dissolve isso na sopa dele, apenas um, e faz ele tomar toda a sopa, aí é tiro e queda. Semana que vem nos falamos para saber se resolveu? Lembre-se, um só é mais que suficiente.
Na semana seguinte, o médico telefona:
— E aí, Vera, funcionou?
— Porra!! E como!! — respondeu a mulher. — Na hora da sopa eu o distraí e dissolvi os três comprimidos para garantir que ia dar certo. Aquele homem olhou pra mim como um louco. Ele estava irreconhecível. Levantou-se, jogou os pratos pra fora da mesa com o braço, me levantou pelos cabelos, me jogou em cima da mesa, rasgou fora o meu vestido como se fosse de papel e me penetrou pela beirada da calcinha. Deu três, sem tirar de dentro, urrando feito um cachorro louco.
— Puta que pariu! — falou o Aristides. — Mas então foi bom?
— Bom, não! Foi ótimo! — disse a mulher. — Gozei como uma insandecida, mas não volto mais àquele restaurante.
