Apresentação
Duas formigas japonesas se encontraram no meio da rua:
— Qual o seu nome?
— Fu.
— Fu o quê?
— Fu Miga.
— E o seu?
— Ota.
— Ota o quê?
— Ota Fu Miga.

Duas formigas japonesas se encontraram no meio da rua:
— Qual o seu nome?
— Fu.
— Fu o quê?
— Fu Miga.
— E o seu?
— Ota.
— Ota o quê?
— Ota Fu Miga.

Dois compadres, depois de muito tempo, se encontram.
— Nossa, compadre, você tem uma filha. Qual o nome dela?
— Penicelina.
— Nome diferente — disse o compadre.
— E a sua menina, como chama?
— Maria.
— Credo, colocou nome de bolacha na sua filha.
Tinham dois mineiros fazendo um café, e um perguntou para o outro:
— Pó pô pó (pode pô pó)?
O outro respondeu:
— Pó pô (pode pô pó).
Certo dia, seu Lunga estava saindo de uma farmácia quando foi abordado por um amigo, que lhe falou:
— Seu Lunga, o senhor está doente?
— Não, por quê? — perguntou Lunga.
— Porque o senhor está saindo da farmácia! — exclamou o amigo.
— Então quer dizer que, se eu saísse do cemitério, era porque eu tinha morrido — responde Lunga.
O maridão andava desanimado depois de trinta anos de casado com a mesma mulher. A mulher, então, compra um kit da tiazinha para levantar o astral. Veste a fantasia e pergunta:
— E aí, querido, com quem eu pareço?
— Do pescoço para cima parece o Zorro... Do pescoço para baixo parece o sargento Garcia!
O surfista malhava, fazia jiu-jitsu e ainda por cima era campeão estadual de surfe. Naturalmente, era muito vaidoso. Um dia, ao se olhar no espelho, viu que suas partes íntimas estavam muito brancas. Não combinavam com o belo bronzeado do resto de seu corpo. Então, ele teve uma ideia... No dia seguinte, foi a uma praia deserta, tirou o calção e se enterrou na areia, deixando apenas o respectivo de fora... Nisso veio andando uma velhinha que, ao deparar-se com aquele estranho objeto na areia, falou, numa voz trêmula: — Quando tinha 20 anos, eu tinha…
Tinha três turistas passeando pelo Rio de Janeiro: um americano, um francês e um brasileiro, quando o francês fala:
— Lá na França, nós construímos a torre Eiffel em três dias.
O americano retruca:
— Lá na América, nós construímos a estátua da Liberdade em dois dias.
Nisso, passando pelo Maracanã, eles acham aquilo uma beldade.
O brasileiro malandro fala:
— Quando eu passei aqui há duas horas, isso não estava aqui.