Anão mudo
Havia uma república onde moravam quatro jogadores de vôlei, todos com mais de 2 metros de altura. Certo dia chegou à porta da república um anão MUDO com uma placa na mão, escrita que procurava lugar para morar e dividir despesas.
Os quatro jogadores aceitaram e aos poucos foram fazendo amizade com o anão MUDO. Certo dia o anão entrou num dos quartos da casa e viu os quatro gigantes pelados colocando o pinto num buraco na parede.
Era um buraco que dava na sala da casa da vizinha ao lado, uma mulher gostosa que tinha um marido gordinho e muito chato. Sempre que a mulher via o pinto na parede, pegava a tábua de passar roupas, armava próximo à parede, virava o rabo para a parede e metia sem que o marido percebesse.
Dias após dias o anão ficava observando a sacanagem, até que um dia sinalizou para os amigos gigantes que também estava a fim.
Os quatro concordaram e ergueram o anão até o buraco; ficaram os quatro segurando o anão, um segurou os braços, o outro uma perna, outro a outra perna e o quarto empurrava a bunda do anão para que o pinto saísse do outro lado da parede.
Assim que a gostosa da vizinha viu aquele pinto enorme, maior que o dos quatro gigantes, não hesitou, armou logo a mesa de passar roupa e começou a esfregar o rabo na vara do anão, que mudo só sabia gemer.
A mulher abusou tanto, estava tão excitada que esqueceu que o marido estava na sala e começou a gritar de tesão, enquanto o anão MUDO só gemia do outro lado da parede.
O marido, furioso, afastou a mulher da parede e, ao ver aquele pinto enorme, pegou o ferro de passar roupas que estava superquente e encostou no pinto do anão, que já estava gemendo de prazer e então começou a gemer ainda mais de dor e a se mexer como um louco tentando sair dali. Nisto os quatro jogadores de vôlei empurraram ainda mais o anão junto à parede, dizendo:
— Não larga que o anão tá gozando...
