Ajudante
Profissional para o ajudante:
— Bata um prego na ponta da trena.
Ajudante:
— Na ponta da trena?
Profissional:
— Bata o prego, não discuta.
Toc... toc, pregou a trena na madeira.

Profissional para o ajudante:
— Bata um prego na ponta da trena.
Ajudante:
— Na ponta da trena?
Profissional:
— Bata o prego, não discuta.
Toc... toc, pregou a trena na madeira.

Um homem estava louco pra achar um emprego. Olhou no jornal e achou uma vaga para ajudante em um escritório. Seguiu o endereço e foi recebido pela dona do escritório. — Olá! Eu vim aqui para o emprego. — Bom! Pra entrar, terá que acertar pelo menos 1 das 3 perguntas que eu fizer. O homem concordou e a mulher começou. — Você tá na rua e vê um farol pequeno. O que é? — Uma moto! — Uma moto sei que é! Quero saber se é Yamaha, Suzuki... Outra pergunta: agora, você vê dois faróis pequenos. O que é? — Um carro. — Um carro sei que é! Quero saber se é Ford…
O rei em um de seus dias:
— João, lave minha mão!
— José, beija meu pé!
— Nicolau, por que foges???
Tinha um magro e um forte, eles estavam brincando para ver quem era mais homem. Tinha uma casa abandonada, e ninguém entrava nela, pois eles apostaram quem entrava nela e ficasse mais de 10 minutos. Então o forte entrou na casa, estava assim:
— Ti peguei, agora vou te comer. Ti peguei, agora vou te comer.
O forte saiu correndo, aí o magro disse:
— Agora é a minha vez?
O magro entrou de vaga e a música não parava de falar:
— TI PEGUEI, AGORA VOU TE COMER. TI PEGUEI, AGORA VOU TE COMER!
Quando ele foi ao quarto, ele viu que era um bêbado tirando meleca do nariz e falando:
— Ti peguei, agora vou te comer.
Um técnico agrícola, de uma empresa de assistência técnica, faz uma visita profissional a um caipira. Já na propriedade, ele pergunta para o caipira:
— Aqui nesta terra, dá feijão?
— Não dá não, sinhô.
— Aqui dá arroz?
— Não dá não.
— Aqui, por acaso, dá milho?
— Não, sinhô.
— Aqui não dá soja?
— Já disse que não.
— Então o caso é grave, não adianta plantar que nada dá.
— Plantá? Ah, não, se plantá dá.
Aproveitando a ausência dos patrões, Creusa pega o telefone e fofoca com a amiga Craudete: — Cê num sabe da última? Eu descobri que aqui nessa mansão que eu trabalho é tudo fachada! — Como assim, Creusa? — pergunta a colega, confusa. — Nada aqui é dos patrões! Tudo é emprestado! Tudo! Cê credita numa coisa dessas? Olha só!! A roupa que o patrão usa é dum tal de Armani... A gravata é dum tal de Pierre Cardin... O carro é duma tal de Mercedes... Nadica de nada é deles! — Noooooooosssssaaaa, que pobreza! — E além de pobre, eles são muito exibidos! Imagina…
Luana foi ao bar e pediu 2 cachorros-quentes. Ela disse:
— Pode me dar 2 cachorros-quentes, um com mostarda e o outro com catchup.
Então o empregado do bar pergunta: qual deles?