A virgindade
No interior, após colocar anúncio de casamento com uma virgem, José finalmente vai para a lua de mel com sua virgem, só que ela era a mulher de toda a cidade. José, puro caipira, diz para a mulher que ouviu dizer que a virgindade, quando era tirada, fazia barulho. Zefinha, a noiva matreira, pensou: na hora eu estalo os dedos e pronto, engano o Zé. Só que na hora H, com os dedos suados, o barulho não saía. Zefinha, para não ser pega, pede um copo com água ao marido e procura no quarto algo que faça barulho e só encontra uma porta-cigarros antigos, uma cigarreira; abre e coloca entre as pernas. Quando Zé, afoito, começa a empurrar, ela fecha a cigarreira e diz:
— Querido, fechei as portas para a minha virgindade.
E ele, gritando:
— Abre, abre, abre, que prendeu meu saco!
