A rolha
A mocinha que morava no interior ia se casar, só que tinha um pequeno problema: ela não era mais virgem. E, encurralada, não sabia o que fazer. Resolveu contar para a sua mãe, que na hora já arrumou um jeitinho.
— Minha fia, nois vai fazê o seguinte: eu pego uma garrafa de champanhe e, na hora que oceis for pro quarto (no interior a lua de mel é no sítio mesmo), fico de trás da porta. Na hora que ele coloca a ferramenta pra trabaiá, oce fala "Aaaaai!", aí eu estouro a champanhe e ele vai perguntar o que é, aí oce vai falá que foi o cabaço, certo? Certo.
Lá foi a menina depois da festa pro quarto, e a veia já estava atrás da porta chacoalhando a champanhe. Quando o caboquinho colocou, a menina gritou "Aaaaaaai!", aí a veia estourou a champanhe e veio a esperada pergunta:
— O que foi isso?
E a menina:
— Foi meu cabaço.
E o caboquinho:
— Então acende a luz, que está aqui no meu cu.
