A reza
Numa cidadezinha pacata do sertão da Bahia, surge um cidadão de outra cidade que entra no bar e, folgado que só ele, bate com o braço na mesa exigindo uma pinga. O dono do bar, vendo que o cara era um sujeito forte e ignorante, serve uma pinga no copo o mais depressa possível, e num gole só o cara bebe tudo sem deixar uma gota para o santo. O dono do bar, estranhando tal atitude, diz:
— Meu senhor, nós aqui temos a gentileza de servir o último gole para o santo.
— Ah é... Olha só para o santo.
Deu uma banana com o braço para o santo, e imediatamente o braço do cara endureceu na hora. Todos do bar ficaram preocupados com aquele fenômeno que acontecera, e logo todos se levantaram e começaram a rezar, fizeram uma corrente e depois de 2 minutos o braço do cara voltou ao normal. O cara agradeceu e depois disso nunca mais voltou lá. Nisso, numa mesinha no canto do bar, tinha um velhinho sentado que só observara; foi embora e no outro dia voltou batendo com o braço na mesa, pedindo uma pinga, e a cena se repetira: num gole só, não deixou nada para o santo. E lá estava o dono do bar dizendo:
— Mas, meu senhor, não deixou nada para o santo, não viu o que aconteceu ontem com aquele cidadão?
— Que se dane, respondeu o velhinho, e aliás, olha aqui o do santo.
E imediatamente abriu o zíper da calça colocando o pinto para fora, e no mesmo instante o pinto do velho endureceu na hora, e não se contendo puxou um baita de um facão e avisou:
— O primeiro filho da puta que começar a rezar eu mato!!!
— O primeiro filho da puta que com
