A filha
Vinham dois caras andando pela rua e um falou para o outro:
— Fala uma coisa ruim.
E o outro:
— Minha sogra.
— Não, é isso não, estou falando de comer.
— Ahhh, a filha dela.

Vinham dois caras andando pela rua e um falou para o outro:
— Fala uma coisa ruim.
E o outro:
— Minha sogra.
— Não, é isso não, estou falando de comer.
— Ahhh, a filha dela.

Um executivo, sua mulher e a sogra foram conhecer a Terra Santa. Visitaram Belém, Jerusalém e, no final da viagem, depois de ter se metido nas coisas do casal, a velha morre de um infarto fulminante... O executivo procurou o consulado brasileiro para se informar como deveria proceder diante desta fatalidade. O cônsul explica: — Bem, neste caso o senhor tem duas opções. Primeira: fazer o traslado do corpo, pagando os pesados impostos do país e o transporte. Vai lhe custar uns 20 mil dólares. A segunda é enterrá-la aqui mesmo, o que custará uns 500…
Um dia, um homem estava num bar conversando com um amigo e disse:
— Fala uma coisa ruim!
— Minha sogra!
— Não, de comer!
— A filha dela!!!!!
"Se sua sogra é uma joia... nós temos a caixa."
"Que sua sogra não se chame Esperança, pois a esperança é a última que morre."
"Sogra deveria ter dois dentes: um para doer e outro para abrir garrafas."
"Enviuvei, casei com minha cunhada para economizar sogra."
"Sogra é como carro a álcool: você ainda vai ter uma."
"Sogra não é parente, é castigo."
"Só não mando minha sogra pro inferno porque tenho pena do diabo."
"Se sogra fosse boa, você não tinha uma só."
"A única sogra que presta é a da minha mulher."
"SOGRA, TÔ FORA! FILHA, TÔ DENTRO."
"Sogra é como cerveja: só é boa gelada e em cima da mesa."
"O maior castigo de um bígamo é ter duas sogras."
Um sujeito carrega um caixão em direção ao cemitério, um cachorro acompanhando e uma fila de 2 km atrás deles. Passa um curioso e pergunta:
— José, o que aconteceu?
Ele responde:
— Comprei esse cachorro de gozação, pois me disseram que ele matava sogra. E não é que ele matou mesmo!
— Me empresta ele?
— É só entrar na fila!
Saindo do supermercado, um homem se depara com uma inusitada procissão de funeral. Primeiro, vinha um caixão preto. Depois, um segundo caixão preto. Em seguida, um homem sozinho levando um pitbull na coleira. Finalmente, atrás dele, uma longa fila indiana, só de homens. Sem conseguir conter a curiosidade, ele se aproxima delicadamente do homem com o cachorro e diz: — Meus sentimentos por sua perda. Eu sei que o momento não é apropriado, mas eu nunca vi um enterro assim. O senhor poderia me dizer quem faleceu? — Bem... no primeiro caixão está a minha…