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Teste de ciência

Piada de Português

Um grupo de cientistas portugueses começou uma profunda pesquisa sobre aracnídeos... Daí pegaram uma aranha e falaram:
— Ande, aranha!
E ela andou... Depois cortaram uma perna da aranha e repetiram a pergunta; meio manca, continuou andando. Foram cortando todas até que cortaram a última, deixando-a sem nenhuma perna, e falaram:
— Ande, aranha!
E ela, evidentemente, não se mexeu. E chegaram à seguinte conclusão:
"Depois de cortarem a última perna de uma aranha, ela fica surda."

Cartão para compartilhar com a piada “Teste de ciência”

Mais piadas de Português

  1. O gênio

    Perdidos no deserto um brasileiro, um americano e um português.
    Já cansados de andar, famintos e com sede, tropeçaram em uma lâmpada mágica.
    Esfregaram a lâmpada, saiu um gênio que falou a eles:
    — Vocês podem fazer três pedidos, um cada um.
    O brasileiro rapidinho pediu para voltar urgente para casa e o gênio atendeu.
    O americano também pediu e foi atendido.
    O português, em desespero, para não ficar sozinho, pediu ao gênio que trouxesse os dois amigos de volta.

  2. Campeonato intelectual

    Tava na disputa o americano, o japonês e o portuga quando foram perguntados sobre "qual a coisa mais rápida que existe".
    O americano foi logo se adiantando: "É a luz". Todo mundo aplaudiu o cara.
    O japonês: "Negativo, americano. É o pensamento". A plateia adorou a ideia, os juízes discutiam calorosamente... Aí entrou o português: "Ora, pois eu digo que a coisa mais rápida que existe é a caganeira".
    Todo mundo ficou pasmo: "Mas porra, português, a caganeira?". "É evidente, gajos: antes de pensar e ligar a luz tu já estás todo cagado."

  3. O jegue do português

    Um dia, um português estava andando em seu jegue, até que o jegue parou.
    Minutos depois veio um boyzinho com seu bug e também parou do lado do português, mas ele empurrou até o posto e saiu voando.
    O português empurrou seu jegue até o posto e pediu para que colocassem gasolina no seu jegue. O frentista levantou o rabo do jegue e enfiou a mangueira; aí o jegue saiu voando.
    O português falou que não era daquele jeito, virou a bunda para o frentista e pediu que lhe colocassem gasolina para alcançar o jegue.

  4. A viagem

    Havia um português chamado Manoel que queria voltar para Portugal, já que ele estava nos EUA. Ele foi embarcar no avião e, quando passou por um detector, o computador disse: — Manoel dos Santos, 47 anos, voo 468. O português disse: — Mas que computador esperto esse, mas eu vou enganá-lo. Foi correndo ao banheiro e se vestiu de cowboy e colocou um bigode. Voltou para lá e o computador disse: — Manoel dos Santos, 47 anos, voo 468. O português retrucou: — Mas que computador esperto esse, mas eu vou enganá-lo. Voltou para o banheiro e colocou uma roupa de…

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  5. A ainteligência

    Foi descoberto, no Japão, um menino de 10 anos com um QI de 1000000!! Com medo de que dominasse o mundo, colocaram-no numa máquina redutora de QI, que foi reduzindo:
    1000000
    500000
    50000
    5000
    2500
    2000
    1500
    1000
    900
    800
    700
    600
    500
    400
    300
    200
    Então eles foram desligar a máquina; o menino já tinha o QI muito reduzido, embora continuasse superdotado. O problema é que a máquina não parou. E foi reduzindo:
    100
    50
    25
    Tentavam parar, mas a alavanca quebrou.
    10
    5
    4
    3
    2
    1
    0000000
    Aí a máquina parou. Começou a sair fumaça de tudo quanto é lado. E quando tentaram falar com o menino:
    — Raaaioooooss ondi istou??!??! (sotaque português)

  6. Uma coisa estranha

    Estavam dois portugueses andando pela rua quando, de repente, um olha para o chão e vê uma coisa. Olha mais de perto e diz pro amigo:
    — Isto é bosta.
    Aí o amigo diz:
    — Não é não.
    Ele, desconfiado, chega perto e pega um pouquinho e diz:
    — Isto é bosta.
    O amigo dele diz:
    — Não é não.
    Aí então ele pega mais, cheira e diz:
    — Isto é bosta.
    O amigo dele diz:
    — Não é não.
    Aí ele pega mais e come um pedaço e diz:
    — Isto é bosta.
    O amigo dele pega, olha, cheira, come um pedaço e diz:
    — É bosta mesmo, hein, quase que nós pisamos...