Querida, eu tenho outra!
Aos quarenta e poucos anos, o cara se apaixona por uma garota de dezenove. Morena, linda de rosto, corpo perfeito. Só tinha um problema: ele era casado.
Angustiado, ele resolveu desabafar com um amigo:
— Pois é, Otávio. Estou num dilema danado, não quero magoar a Dorotéia. Afinal, são quase 20 anos de casado! Como é que eu falo pra ela?
— Por que você não faz o seguinte, Moreira? Leva ela pra jantar num restaurante sofisticado, depois para um motel e, no meio da trepada, você desabafa: "Querida, eu tenho outra". No momento ela vai estar tão absorta que não vai dar muita importância. Quando ela cair em si, o mais difícil já passou...
Na mesma noite, o Moreira vestiu a sua melhor roupa, levou flores para a Dorotéia e levou-a para jantar à beira-mar. Vinho francês, lagostas, camarões... e depois o motel regado a champanhe.
Começou a despi-la lentamente, beijos, sussurros, uma música suave, e ela foi se entregando toda a ele, meteu-lhe a vara.
Ela gemia, urrava, se torcia toda:
— Ai, que delícia... mais fundo... mais fundo... mete tudo... mete tudo que eu quero gozar...
Aí ele criou coragem e disse:
— Querida, eu tenho outra!
— Que maravilha! Então mete ela no meu cú!
