Português no bar
O português entra no bar e vê na mesa um copo de ponta-cabeça. Ele, admirado, diz:
— Ué? Esse copo não tem boca... e não tem fundo!!!

O português entra no bar e vê na mesa um copo de ponta-cabeça. Ele, admirado, diz:
— Ué? Esse copo não tem boca... e não tem fundo!!!

Dona Maria estava na fila da alfândega, quando uma brasileira que estava na sua frente tem a bagagem revistada. O funcionário interpela a brasileira:
— Sete calcinhas? Pra quê tudo isso? Isso aqui é contrabando!
— Não, não é contrabando não! Pelo amor de Deus! É uma calcinha para cada dia da semana: segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo...
— Se é assim pode passar.
E o funcionário chama Dona Maria e pede a ela que abra a mala:
— Doze calcinhas!? Para quê tudo isso, Dona Maria?
— Janeiro, fevereiro, março, abril...
Um português telefona para o redator do Livro dos Recordes (The Guinness Book of Records) e comunica:
— Eu acabo de resolver um quebra-cabeças de 3000 peças.
— Mas isto não é tão especial — comenta o redator, meio confuso.
E o português continua:
— Mas eu o resolvi em apenas uma semana.
— Isto também não é tão difícil de se fazer — responde o homem do Guinness.
— Claro que é, meu amigo — diz o português já brabo — Na caixa está escrito de 3 a 5 anos!
Três amigos conversando:
— Acho que minha mulher está me traindo com um jogador de futebol, achei uma bola debaixo de minha cama. — falou o primeiro.
— Acho que minha mulher está me traindo com um nadador, achei uma toca e óculos para nadar debaixo da minha cama. — falou o segundo.
O terceiro, que era português, falou de sua mulher:
— Acho que mionha mulher estais a me trair com um cavalo, pois achei um joker debaixo de minha cama.
O filho adolescente pergunta pro pai português:
— Papai, o que é omo sexual?
E ele responde:
— O pá, rapaz, é um sabão pra lavar a buceta.
O português chega no puteiro e diz:
— Quanto custa para levar uma dessas suas prostitutas para casa?
Aí a balconista responde:
— Depende do tempo.
Daí o português responde:
— Suponhamos que chova.
Um português chegou no interior e ficou sabendo que só cara comiam as cabritas.
O português estava necessitado, precisava trocar o óleo, molhar o biscoito, afogar o ganso.
Aí saiu à procura de uma cabrita e encontrou um jegue e não perdeu tempo, foi comer o jegue.
Colocou o jegue na posição apropriada, arriou a calça, passou cuspe na bingola e enfiou no cú do jegue.
Entrou a metade, jegue apertou, travou o cú.
Aí o português pensava: se ele frochar eu tiro.
O jegue pensava: se eu frochar ele empurra o resto.