O filhinho
O gaúcho estava sentindo uma forte dor no estômago. Quando procurou um médico, teve uma baita surpresa. O médico, para zoar da cara dele, falou:
— Seu gaúcho, o senhor está grávido. O senhor precisa tomar esses comprimidos (que eram purgantes) de 8 em 8 horas para não atrapalhar a sua gravidez; a qualquer momento o senhor pode abortar.
O gaúcho aceitou.
No outro dia, o gaúcho estava passeando em frente ao mato, muito alegre, quando sentiu uma vontade enorme de cagar. Mais do que depressa, ele entrou no mato, abaixou as calças e blrblrlrlblblblblr despejou tudo aquilo num cantinho. Quando ele ergueu as calças, sentiu que aquele monte estava se mexendo. De repente, saiu correndo de lá um bicho todo marrom e melecado; ele não tinha visto que tinha cagado em cima de um tatu. Aí ele saiu correndo, gritando, pensando que tinha abortado:
— Não corre, não, filhinho, o papai te ama!
