O edifício
Um português, o Manuel, veio pela primeira vez ao Brasil. Viu um enorme edifício e pensou alto:
— Como brasileiro é burro, tenta construir uma casa que chegue até o céu, não consegue e ainda diz "é difícil"!

Um português, o Manuel, veio pela primeira vez ao Brasil. Viu um enorme edifício e pensou alto:
— Como brasileiro é burro, tenta construir uma casa que chegue até o céu, não consegue e ainda diz "é difícil"!

Dizem por aí que os portugueses são todos burros. Mas não são, não, pois quem inventou os limpadores de para-brisas dos carros foram os portugueses; os americanos só aperfeiçoaram, colocaram para o lado de fora.
Um português veio para o Brasil. Estava andando de carro quando viu uma placa, e nesta placa estava escrito DEVAGAR QUEBRA MOLA. Ele pegou e acelerou o carro, o seu carro capotou e o português foi parar em um hospital. Quando recebeu alta, estava com uma perna e a clavícula quebrada. Ele foi até a placa e escreveu embaixo: E CORRENDO TAMBÉM!
Seu Manoel veio para o Brasil. Na praia do Rio de Janeiro, ele pede um coco bem gelado para o vendedor. Quando bebe o coco, diz:
— Nossa, que água deliciosa!
— É realmente os alimentos do Brasil...
— De onde vem essa água?
— Dali de cima — diz, apontando para um coqueiro.
Alguns minutos depois começa a chover. De repente o vendedor de coco pergunta:
— Seu Manoel, o que você tá fazendo em cima do coqueiro?
— Estou vendo como a água entra dentro do coco.
TRIIM!!! Toca o telefone da sapataria do português e ele fala:
— Está cá! Casa de calçados do Joaquim.
— Como? Casa de calçados?! — espantou-se o rapaz do outro lado da linha.
— É sim, senhor!
— Desculpe, me enganei de número!
— Não tem problema! É só trazer aqui que eu troco!
O que é o que é, uma caveira atrás da árvore?
R. Um português que estava brincando de esconde-esconde e nunca foi encontrado.
Um português foi passar o final de ano no Brasil. Todos os hotéis estavam lotados e só havia uma vaga em um quarto onde também estava um negão. O português aceitou e pediu para que o acordassem às 9h da manhã. O negão, vendo que aquele homem era português, resolveu sacaneá-lo, pintando-o de preto. No outro dia acordaram o português como ele havia pedido. Ao chegar em frente ao espelho, ele disse:
— Que cara mais burro! Acordou o negão em vez de me acordar.