O brasiliense
A garota vai à primeira festa de sua vida e, com medo dos avanços dos rapazes, pede conselho à mãe:
— Se os rapazes começarem a insistir muito, minha filha, pergunta que nome vão dar ao seu filho. Isso vai fazer com que eles desistam e desanimem rapidinho.
Já lá na festa, no meio de uma dança, um carioca chega azarando e diz:
— Vamos para o jardim atrás da piscina, mina?
Ela vai, aí o carioca começa a beijar e tal, começa a ficar empolgado, começa a passar a mão na bunda, quando começa a subir a mão pro peitinho, ela pergunta:
— Que nome vamos dar à criança?
O carioca olha-a com surpresa, diz que esqueceu a carteira no bar e sai de fininho. Uma hora mais tarde, repete-se a cena com um paulista.
O paulista já chega beijando, metendo a mão na bunda, pegando nos peitinhos, quando ele desce a mão pra buceta, ela pergunta qual será o nome do filho; ele fica de pés frios e vai-se embora. Mais tarde, chega um brasiliense. Vai com ela para o jardim.
Começa com beijinho aqui, beijinho ali, e apalpa-lhe o peito. Ela pergunta:
— Que nome vamos dar à criança?
Ele continua e abre o vestido dela.
— Que nome vamos dar à criança?
Ele chupa o peito direito.
— Que nome vamos dar à criança?
Ele tira o vestido dela e a sua calcinha.
— Que nome... ahhh... vamos dar... ahhhh... à criança? Ah... Ahhhhhh... Ahhhhhhhhhhhhhhhh...
Depois de acabarem, ela pergunta mais uma vez:
— E agora, qual vai ser o nome do nosso filho?
Ele, triunfante, tira devagar a camisinha, levanta para o alto, dá um nó firme e diz:
— Se ele conseguir sair daqui, vai se chamar "Magaiver".
