Milharar!
Como a vida na roça não tem televisão, transar é a solução:

Como a vida na roça não tem televisão, transar é a solução:

O que o preto tem mais que o branco?
Tem mais que se fude.
O caipira chegou no consultório do médico para ser examinado. O médico pergunta:
— O que o senhor tem?
Responde o caipira:
— Eu tenho vacas, cachorros e outros animais.
O médico fala:
— Eu quero saber o que dói.
Responde o caipira:
— Dói a perna direita.
O médico examina e diz:
— O senhor não tem nada, o problema do senhor é a idade.
Responde o caipira:
— Não, não, não. Sabe porque as 2 pernas têm a mesma idade e só a perna direita que dói.
Um dia, dois caipiras estavam sentados à beira da estrada bem longa, até que apareceu um homem e perguntou:
— É essa a estrada que vai para Belo Horizonte?
Os caipiras, assustados, responderam:
— Num sei não, sinhô. Mais si ela fô, vai fazê uma "baita" falta!
Um casal caipira, os dois saíam de uma festa alta da noite; a mulher tinha uma bunda enorme e rebolava aquilo tudo enquanto andava. A certo ponto ela virou pro marido e disse:
— Marido, marido, quero mijaaaa.
Quando passavam por uma ponte de madeira dessas antigas, com os paus atravessados, disse o marido:
— Mija aí, uai, agacha e mija!
Ela agacha, mija e começa a gritar:
— Marido, tô com medo, tão oiando eu lá embaixo, tem uma canoa lá embaixo.
Foi quando o marido respondeu sem pestanejar:
— Que canoa nada, muié, não tá vendo que é refrexo.
Um caipira em viagem à capital do estado foi orientado pelo compadre que não deveria deixar a rodoviária antes do amanhecer, pois poderia ser assaltado, vez que o índice de criminalidade nas capitais é alto. Chegando na capital, ele tratou logo de deixar a rodoviária e tomar seu rumo, quando avistou a lua ainda alta e decidiu esperar o sol nascer para deixar o prédio. Nisto, entrou na primeira lanchonete que encontrou e pediu um copo de leite bem quente. Num canto da lanchonete, três "boysinhos" inconformados de ver alguém pedindo um copo de leite…
Chegou um repórter que iria dar 1.000 reais a quem daquela cidade falasse os 7 dias da semana.
Um rapaz falou:
— Eu digo.
O repórter:
— Eu duvido.
— Ontem, ontonte, hoje, amanhã, depois de amanhã, depois do depois de amanhã.
O repórter falou:
— Eu disse sete dias, não 6.
O rapaz:
— Num é o dia da foiga.