Mão sangrenta
Os pais de um menino foram a um baile e o deixaram sozinho em casa.
De repente, toca o telefone:
— Alô, quem fala? — diz o menino.
— Aqui é a mão sangrenta, estou a duas quadras de sua casa.
Cinco minutos depois, toca o telefone:
— Alô! Aqui é a mão sangrenta, estou a uma quadra de sua casa.
Cinco minutos depois, toca o telefone:
— Alô! Aqui é a mão sangrenta, estou em frente a sua casa.
Um minuto depois, toca o telefone:
— Alô! Aqui é a mão sangrenta, vou tocar a campainha de sua casa.
O menino foi correndo abrir a porta:
— Oi! Eu sou a mão sangrenta. Tem um bandeide para me emprestar?
