Ladrão para a esposa
O réu estava sendo interrogado quando o juiz pergunta:
— Na hora em que você foi roubar a loja, não pensou na sua esposa?
— Sim, eu pensei, só que a loja só tinha roupa masculina.

O réu estava sendo interrogado quando o juiz pergunta:
— Na hora em que você foi roubar a loja, não pensou na sua esposa?
— Sim, eu pensei, só que a loja só tinha roupa masculina.

— Bonito seu relógio! Quanto você pagou?
— Não paguei nada, ganhei numa corrida!
— Legal. Havia muita gente na competição?
— Não, só mais três competidores: o dono e dois policiais.
Dois homens estavam em uma prisão quando um vira ao outro e pergunta:
— Onde conseguiu esse rolex irado?
— Em uma corrida — responde o outro.
— E quem participava?
— Eu, a polícia e o dono do relógio.
Um rapaz chega para outro e pergunta:
— Você viu algum guarda por aí?
O outro responde:
— Não!
— Então passa a carteira!!!
O malandro da paróquia, não se sabe por quê, estava se confessando com o padre. Em determinado momento da confissão, o padre o interrompe e pergunta: — Meu filho, você saberia me dizer quem roubou o pedestal de ouro da nossa igreja? — Desculpe, padre, mas eu não estou ouvindo. O senhor poderia repetir a pergunta? — Você sabe quem roubou o pedestal de ouro da nossa igreja? — Padre, eu não estou conseguindo ouvi-lo. — Eu perguntei se você sabe quem roubou o pedestal de ouro da igreja. — Padre, aqui de fora da sacristia está impossível de ouvir a sua…
Um português estava passeando na rua quando chega o ladrão e diz:
— Pare!
O português, achando que era a brincadeira do par ou ímpar:
— Ímpar!
E o ladrão:
— Ei, mas eu estou te roubando!
E o português:
— Ah! Então não vou mais brincar!
Eram o alemão, o brasileiro e o português. Eles estavam numa penitenciária e lá tinha uma árvore, e tinha um policial embaixo dela. Aí resolveram passar por cima da árvore. Primeiro o alemão: tic tic téc, miau miau. O guarda olhou e pensou que era um gato, e o alemão ficou esperando no muro. Segundo o brasileiro: se ele pode passar, eu também posso passar. Tic tic téc. Aí o guarda olhou para cima e o brasileiro grunhiu (fez o barulho da coruja). Aí passou e ficou esperando o português no muro da penitenciária. Terceiro o português: se eles podem…