Et e a nave
Um etzinho fez 18 anos.
Ganhou do pai uma nave última geração.
Ligou pro melhor amigo e o chamou pra dar uma volta. Na hora, o amigo topou.
Foram de planeta em planeta.
Deixaram a Terra pro último.
Aí o etezinho:
— Agora eu vou zuar tudo, vou gastar com a cara desses terráquios.
E o amigo:
— Não vamos embora? Já são três da madrugada, tô com sono.
O etezinho:
— Play, que nada, fiz 18 hoje. Vamos lá dar uma volta na nave...
O amigo, sem opção de carona, tá bem, né, concordou.
Foram...
Chegaram lá, pararam a nave bem distante de tudo... no meio do nada, só tinha um posto de gasolina com suas bombas... Pararam a nave e desceram.
— Haha, é agora, quer ver? — disse o play.
O amigo, meio assim:
— Sei lá, não faz isso não.
O outro:
— Ih, cala a boca... Bate continência pra mim... — e o terráquio nada (bomba de gasolina).
— Bate continência pra mim... e nada.
O amigo vira e fala:
— Etezinho, deixa esse cara quieto, ele é sinistro.
O etezinho:
— Vai se fuder... Bate continência, terráquio.
E nada...
— Se esse viado não fizer nada, eu vou sacar minha pistola a laser e fuder esse cara agora!
O amigo ficou olhando com muito medo.
O etezinho, na última tentativa:
— Bate a porra da continência!
O terráquio nem se mexeu.
Ele logo sacou a pistola a laser e pum... atirou, explodiu a porra toda... Voaram e desmaiaram... Acordaram em seguida, longe de tudo.
E o etezinho:
— Ué, ué, ué, que porra é essa?
O amigo falou:
— Eu te avisei pra deixar esse cara em paz... O cara era tão sinistro que a piroca do cara dava duas voltas e ainda enfiava na orelha pra não arrastar no chão!
