Essa não, argentinos!
P: Por que Hitler odiava os judeus?
R: Porque não conhecia os argentinos!

P: Por que Hitler odiava os judeus?
R: Porque não conhecia os argentinos!

Foram em um bordel 4 pessoas: 1 argentino, 1 português, 1 judeu e 1 árabe.
O judeu foi cobrar o aluguel do lugar, o português foi levar flores para a namorada, o árabe foi vender calcinhas para as prostitutas, e o argentino foi visitar a mãe.
Um brasileiro, gente finíssima, ao andar com seu amigo argentino, um sujeito muito prepotente, encontrou uma lâmpada mágica. Ao esfregá-la, eis que surgiu um gênio: — Vocês têm direito a um pedido cada. O argentino foi logo se apoderando do seu pedido e disse: — Quero que construa um muro bem alto e bem forte ao redor de minha querida Argentina, para que nenhum brasileiro ou qualquer outro invasor entre lá. O gênio estalou os dedos e pronto, nunca mais ninguém entraria naquele país. Nisso, o brasileiro ficou pensando, até que se decidiu: — Gênio, eu…
Quatro sujeitos foram a uma zona:
— Um judeu.
— Um turco.
— Um português.
— Um argentino.
Você pode imaginar o que cada um deles foi fazer lá?
O judeu foi cobrar o aluguel do imóvel.
O turco foi vender calcinhas para as meninas.
O português foi levar flores para a namorada.
E o argentino foi visitar a mãe.
Um padre recém-chegado em uma paróquia na fronteira do Brasil com a Argentina foi executar o seu primeiro sermão: — Então Jesus levantou Maria Madalena, que era uma prostituta que nem as argentinas! Aí a galera se assustou. No outro dia, o prefeito o chamou e deu uma bronca no padreco: — Você não pode fazer isso, você tá maluco? Eles vão te matar. Não faça isso! Então, no sermão seguinte, o padre falou: — Jesus morreu do lado de ladrões iguais aos argentinos! Todos se horrorizaram. No outro dia, o prefeito de novo deu aquela bronca no padre, mas desta…
Você sabe por que Hitler odiava os judeus???
Porque não conhecia os argentinos.
Num elevador estavam um argentino, um brasileiro, uma freira e uma garota gostosa. De repente, faltou energia no prédio e o elevador para, às escuras. Na escuridão do elevador, escuta-se o som de um beijo seguido de um tapa. Ato contínuo, a energia é restabelecida, a luz volta e todos no elevador ficam calados pensando. E foram estes os pensamentos de cada um: Freira: "Um dos dois deve ter beijado a garota e ela revidou com um tapa." Garota: "Um dos dois deve ter tentado me beijar, acabou beijando a freira e levou um tapa." O argentino: "Esse…