Dona de cabaré
Numa cidadezinha do interior tinha um único cabaré e uma única rapariga (de 75 anos) que resolveu fechá-lo por já estar bastante cansada da labuta. Foi um alvoroço total no pequeno povoado, muitas reclamações, ao ponto de o prefeito mandar chamar a proprietária para uma conversa urgente.
— Dona Mariquinha, como é que fica a situação dos homens desta cidade?
— Seu prefeito, eu não aguento mais trepar.
— Então só chupe. O que não pode é fechar o cabaré.
— Vou pensar.
Dois dias após a reunião, a luz vermelha do cabaré voltou a brilhar, e a cidadezinha voltou à vida normal de interior.
— Bom dia, dona Mariquinha.
— Bom dia, pode sentar.
Então o rapaz sentou nu numa cadeira coberta por uma toalha e a velha passou a chupá-lo até o gozo; levantou-se, pagou e foi embora.
Num certo dia chegou um viajante na pequena cidade e foi procurar o serviço da profissional, sentou-se na cadeira e a velha começou a chupá-lo. Aí o rapaz começou a gritar:
— Sopra, sopra, sopra... chupa, chupa.
E ficou nesse sopra e chupa até o gozo. O rapaz se levantou, tirou o dinheiro para pagar, mas a velha não aceitou e lhe perguntou:
— Meu filho, eu tenho mais de sessenta anos de cabaré e nunca tinha visto esse negócio de soprar pica, me explique.
— Vovó, a senhora chupa com tanta volúpia que a toalha fica entrando no cú, então tem que soprar para sair.
