Cornoaldo chegava tranquilamente em casa (assobiava para espantar o Ricardão) quando dá de cara com a pichação: "Aqui nesta casa todo mundo dá!". Cornoaldo se emputeceu, foi lá dentro, trouxe um balde de tinta e acrescentou: "MENOS EU!".
O cara tinha se separado da mulher porque chegou em casa e deu de cara com um toco de charuto no cinzeiro. Depois, confidenciou para um amigo: — E cê acha que dava pra ficar com uma mulher que fuma charuto?
Um rapaz estava desconfiado de que sua mulher o traía. Um dia ele saiu cedo do trabalho e viu um pastor passando por sua casa. Ele chega no pastor e diz: — De onde você está vindo? — Da casa do Senhor.
Uma criança de 2 anos caiu do 4º andar de um prédio, mas foi salva. Quem a salvou? Um paulista que não era CORNO, um baiano TRABALHADOR ou um gaúcho? Evidente que foi o gaúcho, pois o resto é ficção!
O operário vai ao advogado da empresa e pergunta quanto custa o divórcio: — Uns oito mil reais, Chico. — Oito mil? Isso é um absurdo, doutor! Desse jeito, só os ricos podem se divorciar! — Exatamente, Chico! Pobre é corno a vida inteira.
Dois amigos conversavam e um deles falou que havia plantado um pé de chifres. Logo o outro duvidou. Então foi em casa, trouxe uma plantinha linda e o amigo perguntou:
O casal está na cama, no meio de um fodaço, quando toca o telefone. Ela levanta e vai atender. — Quem era? — pergunta ele quando ela volta. — Meu marido. Avisou que vai chegar tarde porque está no escritório fazendo hora extra com você...
O homem está passeando com o seu amigo e, do outro lado da calçada, sua mulher passa de mão dada com outro cara. Seu amigo, espantado, fala: — Olha sua mulher com outro! E ele responde: — Não é outro, é o de sempre.
Um belo dia o Rocha descobriu que a mulher o traía com o seu próprio irmão no sofá da sala. Ele não queria perder a mulher nem o grande irmão. Mas também não queria continuar sendo traído! Então ele vendeu o sofá!
O pesquisador pergunta à dona de casa: — A senhora costuma ter relações durante o dia? — Sim, pelo menos três vezes por semana. — E, durante o ato, fala com seu marido? — De jeito nenhum. Ele não gosta que eu fique ligando para o escritório dele.