Coração com pernas
O Joãozinho perguntou para a professora:
— Professora, coração tem pernas?
A professora respondeu:
— Não.
— Então por que toda noite meu pai fala: "Abra as pernas, coração"?

O Joãozinho perguntou para a professora:
— Professora, coração tem pernas?
A professora respondeu:
— Não.
— Então por que toda noite meu pai fala: "Abra as pernas, coração"?

Lá estava Joãozinho em sua escola, e a professora disse:
— Todos agora têm que fazer uma redação para entregar.
E o Joãozinho escreveu: "Urubu tem pena no cú". Então foi mostrar para a professora. A professora disse:
— Joãozinho, vai agora tirar isso e escrever outra.
Então o Joãozinho escreveu: "Urubu tem pena no pé, só não tem no cú porque a professora não quer".
Joaozinho morava com a avó, os dois viviam na maior dureza. Então um dia a avó diz ao Joaozinho: — Menino sem vergonha, vagabundo, toma jeito, pega esta galinha e vai na cidade e não me volte sem dinheiro, tá ouvindo? E lá foi o Joaozinho pra cidade com a galinha embaixo do braço. Chegando lá, ele passava por baixo de uma janela e ouviu uns gemidos. Botou a cabeça pra dentro e viu um casal trepando. Sem ser percebido, pulou pra dentro e ficou escondido dentro do guarda-roupas, olhando por uma fresta. Não demorou muito e bateram na porta. A mulher…
A professora, chegando no seu primeiro dia de aula, dá bom dia aos alunos: — Bom dia?! E os alunos, em coro: — Bom dia eeeeeeeeeeeeeee! A professora achou estranho, mas não comentou nada. Nos dias seguintes sempre acontecia a mesma coisa. A professora: — Bom dia!? Os alunos: — Bom dia eeeeeeeeeeeee. Certo dia, a professora deu seu bom dia rotineiro. A professora: — Bom dia!? Os alunos: — Bom dia! Fazendo a chamada, notou que o Joãozinho havia faltado. E combinou com os alunos: — Amanhã, quando eu der bom dia, ninguém responde, fiquem todos calados…
O Joãozinho foi votar. Aí ele estava vendo as teclas:
— Verde confirma.
— Laranja corrige.
— Branco vota em branco.
— Ei, pera aí, tá faltando o botão!
— Vai pra merda, seus porra!
Um belo dia de aula, a professora chega e diz aos alunos: — Bom dia, meninos! Amanhã eu quero que cada um de vocês me traga o nome de uma cor, e cada um tem que trazer a sua diferente da do outro coleguinha, senão fica com zero! Joãozinho, por ser o último da sala a responder, tinha que achar uma cor bem difícil para que nenhum dos coleguinhas da sala o imitasse. Chegando em casa, Joãozinho foi até um livro que tinha o nome de várias cores. Após uma longa procura, ele decide: — Minha cor vai ser AZUL CIFERINO! Ninguém vai imitar e, como eu sou o último…
Joãozinho não parava de falar palavrão. Para dar um jeito no moleque, a mãe dele foi pedir ajuda ao padre, que aconselhou:
— Que tal ele doar à igreja um real da mesada dele cada vez que falar um palavrão?
E assim ficou combinado. Todo sábado o garoto teria que dar dinheiro à igreja. E chegou o sábado. Joãozinho deu 80 reais ao padre e disse:
— Eu falei 79 palavrões nesta semana, seu padre.
— Desculpe-me, mas eu não tenho um real para dar de troco.
— Tudo bem, vai tomar no cu e está tudo certo!