Azar ou sorte?
Qual é o azar misturado com sorte da sua sogra?
Bom: ela morreu.
Ruim: ela caiu do precipício com sua Mercedes nova.

Qual é o azar misturado com sorte da sua sogra?
Bom: ela morreu.
Ruim: ela caiu do precipício com sua Mercedes nova.

Tem também a história do cara que acabou de perder a sogra. Assim que deu graças a Deus de enterrar a velha, vinha cantarolando todo feliz pela rua. Na rua da casa dele tinha um prédio em construção. Bem na hora em que o sujeito passou defronte ao prédio (TUM!), cai um tijolo lá de cima, quase acertando a cabeça dele. Aí, ele olhou para cima e fala:
— A filha da puta já chegou lá em cima!
Numa cidade do interior, a sogra do prefeito faleceu, e um viajante se surpreendeu com a fila enorme do cortejo atrás do carro funerário. Espantado, perguntou quem era o defunto, pois devia ser muito querido. E informaram-no que era a sogra do prefeito, que tinha sido morta por um pequeno cachorro. O viajante ficou empolgado com a informação e perguntou se o prefeito não emprestaria o cachorrinho assassino para ele. E lhe informaram que sim, mas teria que entrar no fim da fila.
O amigo do cara o encontra todo sujo de barro e pergunta:
— Por que você está sujo de barro? O que aconteceu?
E seu amigo responde:
— Há, você acredita se eu te disser que fui no enterro da minha sogra, mas a veia não queria entrar no buraco!!!
Um amigo chegou pro outro e perguntou:
— Me fala uma coisa ruim?
E o amigo responde:
— Minha sogra.
Aí o outro fala:
— Não, seu burro, é de comer, a filha dela.
O caminhoneiro tinha no para-choque do caminhão os dizeres: "Não carrego sogra nem policial". No posto policial, o soldado mal-humorado parou o caminhoneiro e disse:
— Ou você apaga isso ou o caminhão fica apreendido!
Na semana seguinte, o patrulheiro foi conferir se o motorista havia apagado o que estava escrito no caminhão e leu o seguinte:
— "Apaguei, mas não carrego!"
— Alô, a minha sogra quer se atirar da janela.
— Enganou-se no número, aqui é da carpintaria.
— Eu sei, mas é que a janela não abre...