A tijolada
Você sabe aquela piada do português que levou uma tijolada no peito e olhou pra trás pra ver quem atirou???

Você sabe aquela piada do português que levou uma tijolada no peito e olhou pra trás pra ver quem atirou???

A filha do Manuel faz 15 anos e ele resolve comprar para a moça um casaco de pele de raposa prateada. Satisfeitíssima, ela afaga o presente com as mãos, comentando:
— Puxa! Como pode uma coisa tão maravilhosa vir de um animal tão pequeno, sem aparência, totalmente insignificante...
— Êpa! Se tu não gostaste, tudo bem, mas também não precisa me ofender!
P: Por que o português usa a caneta atrás da orelha?
R: Para poder fazer conta de cabeça!
Um caixa de um supermercado entra correndo num supermercado e diz:
— Estão roubando um carro vermelho lá fora. De quem é?
Ele pergunta, e um português responde:
— É meu.
E eles falam para ele ir lá correndo. Depois de um tempo, ele volta todo suado e as pessoas perguntam se ele conseguiu recuperar o carro, e ele responde:
— Recuperar o carro, não, mas consegui anotar a placa.
Manuel veio ao Brasil e, chegando, pega um táxi. Mas o táxi é daqueles carros antigos que o vidro da frente parece uma mira.
Manuel pergunta ao motorista por que o vidro parece uma mira, e o motorista, só para zoar com o português, fala que a prefeitura da cidade paga 100 reais para cada pessoa que ele atropela.
E, só para zoar mais ainda, falou que ia atropelar a velhinha que estava na esquina.
E passou com o carro raspando na velha, mas o carro pega na velha e ela morre atropelada.
E o Manuel fala para o motorista:
— Mas como você é ruim de mira, se eu não abro a porta você não ia ganhar seus 100 reais.
Um dia um português, andando pela beira-mar, escuta:
— Socorro, socorro!
O português curioso foi olhar o que estava acontecendo. Havia um homem se afogando e dizendo socorro. Aí vem o português.
Assim o português se aproxima do mar, e o homem fala:
— Por favor, jogue uma corda para eu subir.
O português, muito burro, responde:
— Não acredito, o coitado, além de se afogar, ainda quer se enforcar.
O português ia se casar e estava desesperado, pois nunca havia tido uma relação antes. Estava tão desesperado que foi procurar seu pai. — Papai, estou desesperado. Me ajude! — Qual é o problema, meu filho? — Vou me casar e sou virgem. Não sei como fazer... — Não se preocupe. No dia estarei debaixo da sua cama lhe dando instruções. — Tudo bem. Alguns dias se passaram e ele se casou. Na noite de núpcias bateu aquele desespero. — Papai, você está aí? — Estou. — O que eu faço? — Tire a roupa dela. — E agora? — Deite-a na cama. — E agora? — Abra as pernas…