A mosca
O Joãozinho estava com o dedo levantado e a mosca pousando no dedo dele.
A professora observou e tentou, mas a mosca nunca pousava.
O Joãozinho disse:
— Professora, você não enfia o dedo no cu.

O Joãozinho estava com o dedo levantado e a mosca pousando no dedo dele.
A professora observou e tentou, mas a mosca nunca pousava.
O Joãozinho disse:
— Professora, você não enfia o dedo no cu.

Joãozinho estava assistindo à televisão com o pai. De repente ele ficou olhando para o zíper do pai e perguntou:
— Pai, por que o zíper da sua calça é maior que o meu?
E o pai dele disse:
— É porque o meu negocinho é maior que o seu, meu filho.
Aí Joãozinho falou:
— Coitada da minha irmã, pai, o namorado dela usa um macacão que o zíper vai do pescoço até os pés.
Num certo dia, a mãe do Joãozinho estava com visitas e Joãozinho fala:
— Mãe, vou fazer xixi!
A mãe de Joãozinho fica envergonhada, pega e fala:
— Joãozinho, vem cá.
— Que foi, mãe?
— Você não viu que temos visitas? Não é bonito falar essas coisas na frente dos outros. Por que, em vez de falar "eu vou fazer xixi", você não fala, por exemplo, "eu vou cochichar"?
De noite, o Joãozinho fala para o pai:
— Pai, estou com vontade de cochichar.
— Tudo bem, Joãozinho, cochicha aqui no meu ouvido...
— JOÃOZINHOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!
Joãosinho e Jesus resolvem roubar laranjas no pé de laranjeira atrás da igreja.
Jesus ia subir e, como estava sem sandália, pediu a de Joãosinho e lhe disse:
— Fique de olho se vier alguém, me avise.
Três minutos depois chega o padre e Joãosinho começa a gritar:
— Desce, Jesus! Desce!
O padre, achando estranha a cena, fala:
— Joãosinho, Jesus subiu para nunca mais voltar.
— Desce, Jesus! Desce! — continuou Joãosinho.
— Joãosinho, eu já disse, Jesus subiu para nunca mais voltar.
Com raiva, Joãosinho pergunta:
— Tem certeza, padre?
— Tenho — responde o padre.
— Que safado, subiu e levou minha sandália.
Na escola, a professora explica:
— Se eu digo "fui bonita", é passado. Se digo "sou bonita", o que é, Joãozinho?
— É mentira...
No colégio, aula de português.
— Hoje a aula será sobre versos e rima. Mariazinha, cite um verso — diz a professora.
— Eu tenho uma coisa que é só minha, o coração de minha mãezinha — diz a menina.
— Parabéns! — diz a professora. Agora você, Joãozinho.
— Eu fui na praia da Barra Funda, a maré estava baixa e molhou minha canela.
— Mas isso não teve nenhuma rima!!
— Não rimou porque a maré estava baixa; se tivesse funda, vinha na bunda.
Na sala de aula, a professora começa a fazer perguntas para os alunos:
— Maria, cachorro mia?
— Não, professora. Cachorro late.
— Ricardinho, gato ruge?
— Não, professora. Gato mia.
E assim foi perguntando para todos os alunos, menos para o Joãozinho.
A professora manda os alunos fazerem uma redação. Todos começam a fazer, menos o Joãozinho, que continua em pé, paradinho.
A professora fala:
— Joãozinho, cupia.
Ele responde:
— Não, professora. Cu peida.