A galinha
P: Por que a galinha foi à missa?
R: Porque era a missa do galo!

P: Por que a galinha foi à missa?
R: Porque era a missa do galo!

O papagaio, querendo comer a galinha no poleiro, esbarrou em um fio, passou a tomar choque e dizia:
— Nossa! Eu nunca tive um tipo de tesão assim.
Uma galinha tava fazendo café. Sua amiga galinha chega e diz:
— Pó, pó, pó.
Ela responde:
— Pó, pó!!!!!
Um homem acaba de chegar na cidade, quase sem dinheiro, daí viu uma roda de pessoas e foi lá ver o que era.
Viu que era uma briga de galos. Resolveu apostar todo o dinheiro que tinha, mas, para não perder todo o dinheiro, foi pedir uma sugestão pra um velhinho ali perto.
— Senhor, eu preciso de uma sugestão... Qual o galo bão ali, o branco ou o preto?
— Bão é o branco, disse o velhinho.
O cara foi lá e apostou o dinheiro todo no branco. Tomou a maior surra do galo preto. Voltou lá no velhinho, indignado.
— Uai, senhor, você num disse que o bão era o branco?
— Pois é, bão é o branco, o ruim que é o preto.
Sem preconceito, heim!
O pintão perguntou para o pintinho:
— Oi, pintinho.
— Oi, pintão.
O pintão deu uma bebida para o pintinho:
— Beba isso, pintinho.
Depois o pintão falou:
— O que você está sentindo, pintinho?
O pintinho disse:
— Num tô tentindo nada.
O pintão disse:
— E impossível, ele não está sentindo nada.
O pintão deu de novo e ele disse:
— O que você está sentindo?
— Não tô tentindo nada, não tô tentindo a azinha, o bikinho, não tô tentindo nada.
Dois galos estavam discutindo quem canta mais alto. O primeiro não cantou, o segundo também não cantou. Sabe por quê?
Eles eram mudos.
Um cara tinha uma fazenda e tinha cem galinhas, mas não tinha um galo reprodutor. Ele foi no centro da cidade para comprar um galo. Ele pediu um galo e o cara falou:
— Eu tenho um bom.
E o metimemo: ele soltou o galo e ele comeu a primeira galinha e morreu.
O segundo que ele comprou, que era o rasgabuxa, comeu duas e morreu. Aí ele ganhou o terceiro, que era o poeze, que era todo fodido, sem pena, tudo torto. Aí o poeze comeu as 100 galinhas, a vaca, até a mulher do cara!
Um dia o cara, andando pela rua de terra, viu o poeze tudo torto no chão e falou:
— Puta, o poeze morreu!
E o poeze falou:
— Psiuuuuu, os urubu tá quase descendo.