A casca de banana
O Joaozinho estava caminhando tranquilamente lá, lá, lá, lá, lá quando de repente ele escorrega em uma casca de banana
e chorando diz:
— Ui, dueu, praga!

O Joaozinho estava caminhando tranquilamente lá, lá, lá, lá, lá quando de repente ele escorrega em uma casca de banana
e chorando diz:
— Ui, dueu, praga!

Joãozinho chega da escola e vai direto à geladeira, pega um sorvete. Sua mãe entra na cozinha e dá uma bronca: — Nada disso, Joãozinho. Isso não é hora de tomar sorvete. Está quase na hora do almoço. Vá lá fora brincar. — Mas, mamãe, não tem ninguém pra brincar comigo! A mãe não entra no jogo dele e diz: — Tá bom, então eu vou brincar com você. Do que vamos brincar? — Quero brincar de papai-e-mamãe. Tentando não mostrar surpresa, ela responde: — Tá certo. O que é que eu devo fazer? — Vá para seu quarto e deite-se. Pensando que vai ser bem fácil…
Joãozinho todo dia insistia com a mãe: — Mãe, quero um cachorro! Até que um belo dia sua mãe lhe disse: — Vou te dar um no seu aniversário! Chegando no dia do seu aniversário, Joãozinho ganha seu cachorro e põe o nome dele de Bunda: — Bunda, bunda! Sua mãe não gosta e fala para ele parar de chamar o cachorro de Bunda, senão ela ia dar o cachorro pro vizinho. Joãozinho não se importou e continuou chamando seu cachorro de Bunda: — Bunda, bunda! No outro dia, o pai de Joãozinho chega do trabalho todo feliz, pois recebeu um aumento, vê seu filho chorando…
Na sala de aula, a professora pergunta ao Joãzinho:
— Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?
E ele respondeu:
— A galinha, é claro!
— E como você sabe que é a galinha?
— É que ovo não nasce, né, fessora.
A tia do Joãozinho tinha acabado de dar à luz, e Joãozinho e seu pai foram visitá-la no hospital. O pai de Joãozinho entrou primeiro no quarto e, ao olhar para a criança, percebeu que o sobrinho era muito feio. Ao sair do quarto, alertou para que Joãozinho elogiasse o priminho, falasse que era muito bonitinho, para não magoar sua tia. Joãozinho entrou no quarto, cumprimentou sua tia e, ao chegar perto do berço, exclamou:
— Cruz credo! Que bonitinho.
A professora do Joãozinho pediu à classe que fizesse uma pequena poesia.
Em casa, o João escreve e vai ler para sua mãe.
— Mãe, ouve a poesia que escrevi.
— O urubu tem pena no cu.
Sua mãe lhe dá uma tremenda bronca e pede para mudar.
Sem apresentar-lhe a alteração, vai direto para a escola e, quando chega sua vez de ler, enche o peito e declama:
— O urubu tem pena no pé, só não tem no cu porque a mamãe não qué.
Professora: — Joãozinho, faça um poema.
Joãozinho: — Tá. Hhhuummmm? Tá! Urubu tem pelo no cu.
Professora: — Não, Joãozinho, palavrão não pode!
Professora: — Então, urubu tem pelo no pé, não tem no cu porque a psora não quer!